

Objetivos
Os encontros ocorrem sempre na última terça-feira, na sede da APRTF, das 20:00 às 22:00 h. São duas coordenadoras por evento, que possuem autonomia para escolha do artigo a ser discutido. Os interessados poderão obter, via e-mail, uma cópia do artigo a ser tratado, antecipadamente, para que possam se familiarizar com o mesmo.
Para sócios, a participação é isenta de custos e, para não associados, uma pequena taxa por encontro.
CRONOGRAMA 2009
31 de março 25 de agosto
28 de abril 29 de setembro
30 de junho 27 de outubro
28 de julho 24 de novembro
Comissão da Clínica Social
31 de março : Bullying Escolar no Contexto Terapêutico Carla Cramer e Maria Eliza Spinelli
RESUMO:
O bullying escolar é um fenômeno presente em nossa sociedade e consiste na crueldade freqüente e sistemática, direcionada a alguém, por parte de uma ou mais pessoas, com a intenção de obter poder sobre o outro ou causar regularmente sofrimento psicológico ou físico. As vítimas do bullying podem apresentar diversos sintomas, tais como rebaixamento da auto-estima, isolamento, medo, vergonha, queda no rendimento escolar, ansiedade, depressão, comportamentos agressivos e, em casos extremos, tendências suicidas. Na sociedade norte-americana, o bullying esteve presente em episódios de violência extrema ocorridos nas escolas. No contexto brasileiro muitos profissionais, educadores e pais, por desconhecimento minimizam ou ignoram tal fenômeno, bem como as suas repercussões.
Uma vez que o bullying pode estar relacionado a uma ampla gama de sintomas que conduzem à busca terapêutica, torna-se fundamental que o terapeuta saiba o que é o bullying para que possa identificar a sua ocorrência e intervir efetivamente frente a tal problemática.
Neste encontro procuraremos compartilhar o trabalho terapêutico realizado em 2 casos clínicos, cujos clientes apresentavam sintomas diversos. As intervenções foram efetivadas com os clientes, suas famílias e o contexto escolar no qual se inseriam.
Percebemos que os resultados são mais efetivos quando sistema terapêutico, sistema familiar e sistema escolar unem forças e atuam em parceria a fim de tratar e prevenir situações futuras que envolvem o bullying.
Concluímos que trabalhar com vítimas de bullying insere complexidade ao trabalho e desafia o terapeuta em estabelecer parcerias úteis na obtenção de resultados terapêuticos positivos. Além disso, tal temática nos leva a refletir acerca de qual é o nosso papel enquanto terapeutas na criação e consolidação de uma cultura de paz.
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O projeto Tecendo Redes vem sendo desenvolvido em parceria com a FAS na regional do Bairro Novo – Xapinhal, desde julho de 2006. Tem por objetivo a construção de uma rede solidária e colaborativa, promovendo o fortalecimento das relações familiares e comunitárias. Para tanto, foi oferecido aos moradores desta comunidade aulas de tear de pente liso com oficinas contação de contos. Foram montadas ao longo do ano cinco 5 turmas. O conto demonstrou ser um precioso recurso que cria um “espaço potencial” para a atividade reflexiva, identificações e ressonâncias nas narrativas pessoais e familiares. O tear e os contos foram utilizados nestas oficinas como metáforas da vida.
O projeto contou com 48 pessoas, atingindo 98% de aderência. Os relatos quanto aos benefícios obtidos foram inúmeros. Observou-se melhora na auto-estima; senso de competência; estreitamento no vínculo mãe e filha; aumento no sentimento de pertencimento; diminuição da tristeza e ansiedade; fortalecimento do grupo como rede de apoio e acolhimento.
Em decorrência dos resultados alcançados, foi renovado o convenio com a FAS por mais um ano e estamos em negociação para ampliarmos o projeto a outras regionais.
Coroando o sucesso do projeto, foi realizada uma mostra fotográfica pela fotografa Susana Sá em maio deste ano, a qual foi exposta no Café do Top no Shoping Müller. Esta exposição teve por finalidade contemplar alguns dos objetivos do projeto, tais como, reforço na auto-estima e da auto-eficácia.
RESOLUÇÕES DO CDC EM MAIO/2008
A redefinição do DOCUMENTO MÍNIMO DE FORMAÇÃO E DA FUNÇÃO FORMADOR, como norteadores.
Criação de um FORUM PERMANENTE para a discussão.
A visibilidade do Documento Mínimo Norteador no site da ABRATEF e das Regionais. (válido a partir de 2009 para as novas turmas de formação).
• O cômputo de cada hora-aula de 50 minutos.
• Os cursos devem oferecer carga horária de 500 horas-aula:
• O mínimo de 250 horas: Formação teórica
• O mínimo de 100 horas: Atendimento clínico supervisionado
• O mínimo de 100 horas: Exercício e vivências para o desenvolvimento de recursos técnicos com a pessoa do terapeuta.
• O mínimo de 50 horas: como a participação em cursos e congressos.
• A exclusão dos seis itens do capítulo V (Critérios para o Aluno em Formação e sua Titulação).
• A legitimidade da Regional no reconhecimento do INSTITUTO FORMADOR.
• Toda a equipe formadora permanente do INSTITUTO FORMADOR deverá ser composta por associados na categoria TITULAR.
• A concessão às Regionais de um SELO da ABRATEF.
• A elaboração de uma “Carta Convite” com o objetivo de construir o espaço de pertinência do profissional e proporcionar a aproximação das Regionais ao final dos cursos.
“Uma Família Fortalecida por uma Vida Melhor”
O conceito de família fortalecida desenvolvido no projeto da Clínica Social da APRTF - Associação Paranaense de Terapia Familiar implica em uma família pró-ativa que ao conhecer seus processos e seus efeitos poderá se potencializar e ser mais efetiva.
A Clínica Social da APRTF tem como objetivo socializar o conhecimento adquirido em décadas de estudo e pesquisa.
A família não nasce pronta, a família se constrói, porém pouco conhece a respeito de seus recursos e de seus processos relacionais.
É necessário saber qual modelo de família queremos ter e que atitudes nos aproximam ou nos afastam deste objetivo.
Nenhuma família está livre dos desafios de seus próprios membros, de seu próprio desenvolvimento ou do mundo externo.
O objetivo deste projeto é contribuir com o fortalecimento e a potencialização da família, independentemente das suas diferentes configurações. Os especialistas em Terapia Familiar selecionaram os sete temas da ilustração como essenciais a serem re-conhecidos pelas famílias:
Cada um dos temas selecionados envolve processos que repercutem na qualidade do processo familiar.
A inter-relação desses temas engloba as complexas e surpreendentes tarefas da família em seu processo de desenvolver seres humanos.
Um maior conhecimento acerca dos processos relacionais da família, certamente poderá favorecer a co-responsabilidade e o funcionamento familiar, aumentando a qualidade de viver de seus membros.
É na família, que o indivíduo descobre seu próprio valor e reconhece e respeita o valor do próximo. Portanto é numa família fortalecida que verdadeiramente estão as chances para uma sociedade melhor!
ACERVO APRTF
Maio/ 2009
LIVROS:
Fitas:
· 01 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 02 – Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 03 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 04- Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 05 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 06 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I e inicio do módulo II – Gislayne Matos.
· 07 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo II – Gislayne Matos.
· 08 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo II – Gislayne Matos.
· 09 – Atendimento de Casal – Salvador Minuchin Fita 2
· 09 (a) – Atendimento de Casal – Salvador Minuchin
· 12 – Trabalhando o abandono na comunidade – Adalberto Barreto – Fita 1
· 13 – Conflito Conjugal – Adalberto Barreto – Fita 2
· 14 – Atendimento Simulado – Marines Suares – Fita 1
· 15 - Atendimento Simulado – Marines Suares – Fita 2
· 21 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – (9-10 de junho de 2000 – Hotel Pathernon Aspen) – Fita 1
· 22 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 2
· 23 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 3
· 24 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 4
· 25 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 5
· 26 – Robert Wendt – Fita 1
· 27 – Robert Wendt – Fita 1.
· 28 – Robert Wendt – Fita 2
· 29 – Robert Wendt – Fita 2
· 30 – Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 3
· 31 - Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 3
· 32 - Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 4
· 33 - Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 4
· 34- Robert Wendt – Fita 5
· 35 – Robert Wendt – Fita 5
· 36-
· 37- EMA – Atendimento Maria - Fita 1
· 38-
· 39- EMA – Atendimento Sérgio – Fita 2
· 40 –
· 41 – EMA – Processamento e atendimento de família – Sérgio Rocca 5 - 5 e 6 de abril/1998
· 42 –
· 43 – EMA – Aspectos Fundamentais – modelo de trabalho (estrutural) – Famílias modernas e pós-modernas
· 45 – EMA Atendimento – 5 e 6 de abril / 1998
· 47- EMA – Atendimento – 5 e 6 de abril/ 1998
· 54- 1º Happy Hour Sistêmico - APrTF
· 60 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 1 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
· 61 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 2 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
· 62 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 3 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
· 62 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 4 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
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