

Objetivos:
Os encontros ocorrem nas Ultimas segundas-feira de cada mês, na sede da APRTF, das 19h30às 21h30h. São duas coordenadoras por evento, que possuem autonomia para escolha do artigo a ser discutido. Os interessados poderão obter, via e-mail, uma cópia do artigo a ser tratado, antecipadamente, para que possam se familiarizar com o mesmo.
Para sócios, a participação é isenta de custos e, para não associados, uma pequena taxa por encontro.
Proximo Encontro: 31/10:
Discussão do Workshop com Michele Scheinkman que acontecerá em Londrina dias 7 e 8 de outubro, com a coordenação de Maria Eliza B. Spinilli e Maria Luiza V. Fava.
Em novembro: 28/11
Discussão sobre o Simpósio de Terapia Familiar Sistêmica que acontecerá no Rio de Janeiro dias: 20, 21 e 22 de outubro, com coordenação de Elza M. Sbrissia Artigas.
No Encontro de Atualização do mês de agosto o tema apresentado por Rosemary Damaso Padilha(CRP-08/02126); Mestre em educação, Terapeuta de familia e mediadora foi: Acordos de Convivencia Familiar na Mediação e na Terapia:
Segue o resumo do Artigo deste Encontro:
*A MEDIAÇÃO SISTÊMICO-INTEGRATIVA NA EDUCAÇÃO E NO JUDICIÁRIO
Rosemary Damaso Padilha
O presente trabalho tem por objetivo apresentar e discutir a metodologia desenvolvida no atendimento a famílias de alunos de uma escola da rede pública municipal de Curitiba e a famílias de adolescentes infratores, nos estágios do curso de Mediação Sistêmico-Integrativa, da Amanapaz, em Curitiba. Os atendimentos das famílias dos alunos foram realizados na própria escola, no período de junho de 2004 a junho de 2006 e o critério utilizado para o encaminhamento dos casos para a mediação foi a percepção dos professores de que os distúrbios de comportamento e/ou de aprendizagem, apresentados pelos alunos, poderiam estar relacionados a conflitos familiares. As famílias dos adolescentes infratores estão sendo atendidas na sede da Amanapaz, desde setembro de 2005, encaminhadas pela Vara de Adolescentes Infratores, o que implica que já tinha havido algum tipo de denúncia contra os mesmos, na maioria dos casos, pelos próprios pais, desesperados com o comportamento de risco dos filhos e impotentes para protegê-los. O objetivo principal da Mediação Sistêmico-Integrativa é a prevenção da violência para a construção de uma cultura de paz, tendo sido este o critério de aprovação destas duas fontes de encaminhamento para o estágio - escola municipal de ensino fundamental, situada em um bairro com alto índice de violência e Vara de Adolescentes Infratores. A partir da experiência dos atendimentos realizados na escola, foi desenvolvida uma metodologia específica para promover a organização básica do sistema familiar, através da conscientização das necessidades, direitos e deveres de cada membro, para a realização de acordos de convivência familiar.
Palavras-chave: Violência. Mediação. Família. Escola. Política Pública
*[1] Artigo publicado na Revista Igualdade – Medidas Socioeducativas em Meio Aberto – Vol. I – Curitiba: Ministério Público do Estado do Paraná – Centro de Apoio Operacional das Promotorias da Criança e do Adolscente, 2002.
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O projeto Tecendo Redes vem sendo desenvolvido em parceria com a FAS na regional do Bairro Novo – Xapinhal, desde julho de 2006. Tem por objetivo a construção de uma rede solidária e colaborativa, promovendo o fortalecimento das relações familiares e comunitárias. Para tanto, foi oferecido aos moradores desta comunidade aulas de tear de pente liso com oficinas contação de contos. Foram montadas ao longo do ano cinco 5 turmas. O conto demonstrou ser um precioso recurso que cria um “espaço potencial” para a atividade reflexiva, identificações e ressonâncias nas narrativas pessoais e familiares. O tear e os contos foram utilizados nestas oficinas como metáforas da vida.
O projeto contou com 48 pessoas, atingindo 98% de aderência. Os relatos quanto aos benefícios obtidos foram inúmeros. Observou-se melhora na auto-estima; senso de competência; estreitamento no vínculo mãe e filha; aumento no sentimento de pertencimento; diminuição da tristeza e ansiedade; fortalecimento do grupo como rede de apoio e acolhimento.
Em decorrência dos resultados alcançados, foi renovado o convenio com a FAS por mais um ano e estamos em negociação para ampliarmos o projeto a outras regionais.
Coroando o sucesso do projeto, foi realizada uma mostra fotográfica pela fotografa Susana Sá em maio deste ano, a qual foi exposta no Café do Top no Shoping Müller. Esta exposição teve por finalidade contemplar alguns dos objetivos do projeto, tais como, reforço na auto-estima e da auto-eficácia.
RESOLUÇÕES DO CDC EM MAIO/2008
A redefinição do DOCUMENTO MÍNIMO DE FORMAÇÃO E DA FUNÇÃO FORMADOR, como norteadores.
Criação de um FORUM PERMANENTE para a discussão.
A visibilidade do Documento Mínimo Norteador no site da ABRATEF e das Regionais. (válido a partir de 2009 para as novas turmas de formação).
• O cômputo de cada hora-aula de 50 minutos.
• Os cursos devem oferecer carga horária de 500 horas-aula:
• O mínimo de 250 horas: Formação teórica
• O mínimo de 100 horas: Atendimento clínico supervisionado
• O mínimo de 100 horas: Exercício e vivências para o desenvolvimento de recursos técnicos com a pessoa do terapeuta.
• O mínimo de 50 horas: como a participação em cursos e congressos.
• A exclusão dos seis itens do capítulo V (Critérios para o Aluno em Formação e sua Titulação).
• A legitimidade da Regional no reconhecimento do INSTITUTO FORMADOR.
• Toda a equipe formadora permanente do INSTITUTO FORMADOR deverá ser composta por associados na categoria TITULAR.
• A concessão às Regionais de um SELO da ABRATEF.
• A elaboração de uma “Carta Convite” com o objetivo de construir o espaço de pertinência do profissional e proporcionar a aproximação das Regionais ao final dos cursos.
Firmamos uma Parceria com o Projeto Não Violência ( vincluado a UFPR ), onde o Projeto Familia Melhor se tornou o Curso Familia Melhor, oferecido para educadores da rede de escolas públicas e particulares. Veja detalhes na Guia "agenda"
“Uma Família Fortalecida por uma Vida Melhor”
O conceito de família fortalecida desenvolvido no projeto da Clínica Social da APRTF - Associação Paranaense de Terapia Familiar implica em uma família pró-ativa que ao conhecer seus processos e seus efeitos poderá se potencializar e ser mais efetiva.
A Clínica Social da APRTF tem como objetivo socializar o conhecimento adquirido em décadas de estudo e pesquisa.
A família não nasce pronta, a família se constrói, porém pouco conhece a respeito de seus recursos e de seus processos relacionais.
É necessário saber qual modelo de família queremos ter e que atitudes nos aproximam ou nos afastam deste objetivo.
Nenhuma família está livre dos desafios de seus próprios membros, de seu próprio desenvolvimento ou do mundo externo.
O objetivo deste projeto é contribuir com o fortalecimento e a potencialização da família, independentemente das suas diferentes configurações. Os especialistas em Terapia Familiar selecionaram os sete temas da ilustração como essenciais a serem re-conhecidos pelas famílias:
Cada um dos temas selecionados envolve processos que repercutem na qualidade do processo familiar.
A inter-relação desses temas engloba as complexas e surpreendentes tarefas da família em seu processo de desenvolver seres humanos.
Um maior conhecimento acerca dos processos relacionais da família, certamente poderá favorecer a co-responsabilidade e o funcionamento familiar, aumentando a qualidade de viver de seus membros.
É na família, que o indivíduo descobre seu próprio valor e reconhece e respeita o valor do próximo. Portanto é numa família fortalecida que verdadeiramente estão as chances para uma sociedade melhor!
ACERVO APRTF
Maio/ 2011
LIVROS:
Fitas:
· 01 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 02 – Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 03 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 04- Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 05 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I – Gislayne Matos.
· 06 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo I e inicio do módulo II – Gislayne Matos.
· 07 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo II – Gislayne Matos.
· 08 - Contar Histórias: Uma arte educativa e terapêutica – módulo II – Gislayne Matos.
· 09 – Atendimento de Casal – Salvador Minuchin Fita 2
· 09 (a) – Atendimento de Casal – Salvador Minuchin
· 12 – Trabalhando o abandono na comunidade – Adalberto Barreto – Fita 1
· 13 – Conflito Conjugal – Adalberto Barreto – Fita 2
· 14 – Atendimento Simulado – Marines Suares – Fita 1
· 15 - Atendimento Simulado – Marines Suares – Fita 2
· 21 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – (9-10 de junho de 2000 – Hotel Pathernon Aspen) – Fita 1
· 22 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 2
· 23 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 3
· 24 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 4
· 25 – I Encontro Paranaense de Terapia Familiar – Fita 5
· 26 – Robert Wendt – Fita 1
· 27 – Robert Wendt – Fita 1.
· 28 – Robert Wendt – Fita 2
· 29 – Robert Wendt – Fita 2
· 30 – Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 3
· 31 - Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 3
· 32 - Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 4
· 33 - Atendimento de casal 09/08/1996 – Robert Wendt fita 4
· 34- Robert Wendt – Fita 5
· 35 – Robert Wendt – Fita 5
· 36-
· 37- EMA – Atendimento Maria - Fita 1
· 38-
· 39- EMA – Atendimento Sérgio – Fita 2
· 40 –
· 41 – EMA – Processamento e atendimento de família – Sérgio Rocca 5 - 5 e 6 de abril/1998
· 42 –
· 43 – EMA – Aspectos Fundamentais – modelo de trabalho (estrutural) – Famílias modernas e pós-modernas
· 45 – EMA Atendimento – 5 e 6 de abril / 1998
· 47- EMA – Atendimento – 5 e 6 de abril/ 1998
· 54- 1º Happy Hour Sistêmico - APrTF
· 60 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 1 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
· 61 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 2 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
· 62 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 3 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
· 62 – Workshop – Divórcio, Mediação em divórcio e Recasamento 4 – Curso de especialização em aconselhamento familiar – Pós Graduação do ISBL – Faculdade de Teologia
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